GOD SAVE THE BEER.

Month: agosto 2016

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JÓIA RARA ESSA CERVEJA

Para escrever o texto de hoje, fui buscar inspiração em uma cerveja que está fazendo sucesso entre os marujos curitibanos: A PÉROLA NEGRA! Esta cerveja é feita colaborativamente entre as cervejarias Ignorus Bier e Bastards Brewery, apenas um vez ao ano, no inverno. Isso porque ela é uma Russian Imperial Stout, com cacau e cereja, de 11,2% de teor alcoolico, o que a faz perfeita para os dias mais frios.

Seus sabores e aromas são intensos. As notas de chocolate invadem o nariz, a consistência quase licorosa envolve toda a boca e as cerejas dão o seu toque final trazendo notas frutadas e um pouco de acidez para equilíbrio dessa cerveja. Possui alto corpo e amargor, que se equilibra pelo dulçor das notas frutadas, achocolatadas e do álcool. Chega a ser até injusto descrever uma análise sensorial em poucas palavras, pois é uma cerveja muito complexa, que trabalha bem com a temperatura e que vai revelando diferentes sensações a cada gole.

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By in Eu tomei uma... 4

Eu vi gnomos…

Eis um post especial! Bom, pelo menos assim o considero por conter a resenha de uma cerveja ainda com status de recém lançada. Trata-se da Wanna Funky?, terceiro rótulo dos caras da Gobe Brew. A Wanna Funky? foi oficialmente lançada no último dia 19/06/16 durante a festa fodástica de um ano da God Save the Beer. E posso dizer que a receptividade por parte do público não podia ter sido melhor; eu mesmo presenciei algumas substituições de barril.

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Cerveja, solidariedade e o movimento álcool-ajuda

Se você está acostumado a viajar, certamente já passou em frente a uma livraria de aeroporto. Naquelas conexões demoradas é possível que também já tenha “matado um tempinho” observando as obras disponíveis nas prateleiras. Quem sabe até comprou algum livro em um destes estabelecimentos.

Nestas livrarias, é possível encontrar vários tipos de obras literárias. Das palavras cruzadas, passando pelas biografias, até os diversos livros de literatura. Mas, entre todos, os que mais se destacam nas prateleiras são os chamados livros de autoajuda, que com títulos muito sugestivos, deixam claro que você tem de ser o cara da sua vida. Alguns deles são best sellers, pelo menos em vendas. Poderíamos utilizar este espaço para refletir sobre este fenômeno e lançar muitas hipóteses sobre por que tanta gente consome este tipo de literatura. Mas deixo esta questão para você ficar pensando, ou não. Também não pretendo engrossar a linha de críticos deste tipo de obra para não correr o risco de me tornar impopular. Afinal, muita gente acredita que a verdade emana das massas, embora eu discorde. Milhões de pessoas podem estar erradas, é só olhar os políticos eleitos em nosso país.

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