GOD SAVE THE BEER.

Author: Daniel Detzel

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Eu vi gnomos…

Eis um post especial! Bom, pelo menos assim o considero por conter a resenha de uma cerveja ainda com status de recém lançada. Trata-se da Wanna Funky?, terceiro rótulo dos caras da Gobe Brew. A Wanna Funky? foi oficialmente lançada no último dia 19/06/16 durante a festa fodástica de um ano da God Save the Beer. E posso dizer que a receptividade por parte do público não podia ter sido melhor; eu mesmo presenciei algumas substituições de barril.

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Cerveja sem frescura!

Foi meio sem querer, mas em meus três primeiros posts fiz um passeio pelos ingredientes mais tradicionais1 de uma cerveja: malte, lúpulo e levedura . Em cada receita, esses elementos são trabalhados de maneira distinta, garantindo os variados estilos das beras. É claro que estou excluindo a água, ingrediente primordial, mas que pouco influi na definição dos estilos (afinal, não vemos por aí cervejas com tipos específicos de água estampadas nos rótulos…) Bom, neste quarto post, eu zero a contagem e retorno ao malte, personagem principal das rauchbiers, as cervejas defumadas.

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Testando os limites de uma IPA

Não é segredo que as IPAs (sigla para o estilo India Pale Ale) possuem um público cervejeiro fiel, com muita admiração pelo lúpulo. Esses hop-heads (eu inclusive), são amantes de cervejas aromáticas, amargas e alcóolicas. As características desse estilo distinto e o papel protagonista do lúpulo foram temas de um post bem legal aqui do blog. Para quem ainda não leu e quer se familiarizar um pouco mais com o estilo, dá uma conferida lá e os motivos de tanta admiração ficarão mais claros.

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Sobre dragões e outras histórias antigas

Há algo relacionado com mitologias, lendas e histórias antigas que me atrai, talvez devido ao ar de mistério que ronda essas narrativas. Não é raro encontrarmos uma grande variedade de versões que tentam explica-las. Por algum motivo, esse contexto serviu de fonte de inspiração para meu post de estreia no blog, pois, no momento em que fui convidado, pensei imediatamente em uma barley wine. A razão está na própria história do estilo que, de tão antigo, permitiu uma série de narrativas distintas sobre seu surgimento.

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