GOD SAVE THE BEER.

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JÓIA RARA ESSA CERVEJA

Para escrever o texto de hoje, fui buscar inspiração em uma cerveja que está fazendo sucesso entre os marujos curitibanos: A PÉROLA NEGRA! Esta cerveja é feita colaborativamente entre as cervejarias Ignorus Bier e Bastards Brewery, apenas um vez ao ano, no inverno. Isso porque ela é uma Russian Imperial Stout, com cacau e cereja, de 11,2% de teor alcoolico, o que a faz perfeita para os dias mais frios.

Seus sabores e aromas são intensos. As notas de chocolate invadem o nariz, a consistência quase licorosa envolve toda a boca e as cerejas dão o seu toque final trazendo notas frutadas e um pouco de acidez para equilíbrio dessa cerveja. Possui alto corpo e amargor, que se equilibra pelo dulçor das notas frutadas, achocolatadas e do álcool. Chega a ser até injusto descrever uma análise sensorial em poucas palavras, pois é uma cerveja muito complexa, que trabalha bem com a temperatura e que vai revelando diferentes sensações a cada gole.

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Eu vi gnomos…

Eis um post especial! Bom, pelo menos assim o considero por conter a resenha de uma cerveja ainda com status de recém lançada. Trata-se da Wanna Funky?, terceiro rótulo dos caras da Gobe Brew. A Wanna Funky? foi oficialmente lançada no último dia 19/06/16 durante a festa fodástica de um ano da God Save the Beer. E posso dizer que a receptividade por parte do público não podia ter sido melhor; eu mesmo presenciei algumas substituições de barril.

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Cerveja, solidariedade e o movimento álcool-ajuda

Se você está acostumado a viajar, certamente já passou em frente a uma livraria de aeroporto. Naquelas conexões demoradas é possível que também já tenha “matado um tempinho” observando as obras disponíveis nas prateleiras. Quem sabe até comprou algum livro em um destes estabelecimentos.

Nestas livrarias, é possível encontrar vários tipos de obras literárias. Das palavras cruzadas, passando pelas biografias, até os diversos livros de literatura. Mas, entre todos, os que mais se destacam nas prateleiras são os chamados livros de autoajuda, que com títulos muito sugestivos, deixam claro que você tem de ser o cara da sua vida. Alguns deles são best sellers, pelo menos em vendas. Poderíamos utilizar este espaço para refletir sobre este fenômeno e lançar muitas hipóteses sobre por que tanta gente consome este tipo de literatura. Mas deixo esta questão para você ficar pensando, ou não. Também não pretendo engrossar a linha de críticos deste tipo de obra para não correr o risco de me tornar impopular. Afinal, muita gente acredita que a verdade emana das massas, embora eu discorde. Milhões de pessoas podem estar erradas, é só olhar os políticos eleitos em nosso país.

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Tasca damasco! Do esfoliante à cerveja!

Olá caros leitores! A cerveja sobre a qual eu vou escrever dessa vez é da cervejaria curitibana Bodebrown, uma das queridinhas aqui do blog. A escolhida foi a Saison Apricot Tonight.

Acho que não é mais necessário entrarmos nos méritos explicativos do que é o estilo saison: aquela historinha de que esse estilo nasceu nas fazendas belgas, com ingredientes rústicos, feita de forma artesanal, para servir de alimento… imagino que quase todos já ouviram isso em algum papo cervejeiro por aí. Hoje as cervejarias e cervejeiros que produzem saisons revelam muito mais do que isso. Tentam manter essa característica rústica e artesanal, mas se arriscam em várias novas receitas, adicionando frutas, especiarias e fermentos diversos. Uma dança entre as técnicas e ingredientes modernos e antigos, da qual sou grata de poder aproveitar.

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Cerveja sem frescura!

Foi meio sem querer, mas em meus três primeiros posts fiz um passeio pelos ingredientes mais tradicionais1 de uma cerveja: malte, lúpulo e levedura . Em cada receita, esses elementos são trabalhados de maneira distinta, garantindo os variados estilos das beras. É claro que estou excluindo a água, ingrediente primordial, mas que pouco influi na definição dos estilos (afinal, não vemos por aí cervejas com tipos específicos de água estampadas nos rótulos…) Bom, neste quarto post, eu zero a contagem e retorno ao malte, personagem principal das rauchbiers, as cervejas defumadas.

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Bye, bye, verão!

O verão está se despedindo neste ano em grande estilo. Até em Curitiba, a capital brasileira mais fria do sul do mundo, tem feito um “calorão”, e isto foi uma das razões que motivaram a escolha da cerveja deste post: uma Witbier. No entanto, é importante observar que enquanto escrevo estas linhas já é outono, e, pelos impulsos geográficos que me impelem, não consigo deixar de considerar a relevância da relação clima, tempo atmosférico e cerveja.

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CDB – O Conto Da Bera

Eis que estou fazendo a minha estréia aqui no Blog do God Save the Beer!!! Quanta honra!!! Obrigada pelo convite amigos queridos, espero poder corresponder à altura da confiança cedida. =)
E já que a estréia é para o blog de uma loja que gosto muito e de amigos queridos, nada mais justo do que começar com uma cerveja que gosto muito, também produzida por amigos queridos. E mais: estou escrevendo essa resenha exatamente ao dia 29/03/2016 – aniversário da nossa amada República de Curitiba – obviamente que procurei uma cerveja local para prestigiar esse momento especial!

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