GOD SAVE THE BEER.

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DO RÓTULO PARA A VIDA: A PISCADINHA.

Salve, salve, seus bebedores de cerveja!
Prontos para dar vida a mais um rótulo? Eu também! E dessa vez na sua melhor versão feminina!
Mas antes…

Que cerveja é essa?
Antes de falarmos da sua degustação, vamos discutir outro assunto!
Afinal, por que “A PISCADINHA”?
Algumas teorias rondam esse nome, a mais famosa é a que explica que o nome refere-se aquela famosa piscadinha de confiança entre amigos, que acompanha uma frase mental de “Pode confiar!”. Isso porque, “A PISCADINHA” acabou se tornando uma opção para a iniciação no mundo das cervejas amargas, devido ao seu grau de amargor sem exageros.
Porém, André Cancegliero explica uma outra versão, onde credita o nome do rótulo ao pai de um dos sócios da cervejaria, que tem a teoria que dez piscadinhas por dia podem evitar o câncer de próstata.
Sendo assim… bora tomar cerveja e sair piscando.

No paladar, vai de acordo com nossa primeira versão da história, pois realmente traz um amargor leve e desce bem tranquilo!
Se tivesse experimentado “A PISCADINHA” antes de encarar a “METRO MAN” degustada no último post, com certeza iria me assustar menos.

Bom… E é por toda essa camaradagem e por promover essa iniciação com todo o cuidado necessário:
Que A PISCADINHA sai do rótulo e da vida a MAMMA IPA!
A mãe de todas aquelas pessoas que ainda estão tomando coragem para migrar da pilsen e enfrentar uma cerveja amarga!

O CENÁRIO.
Como sua harmonização vai bem com um belo hambúrguer, eu diria que é uma cerveja para ser tomada com amigos!
É a oportunidade perfeita para reunir aquele amigo fã de pilsen, aquela amiga que só toma destilado e apresentar um novo mundo de rótulos, começando pela “A PISCADINHA” e navegando pelos mais diferenciados sabores.
Encarne o espírito MAMMA IPA e tenha paciência com estes pequenos gafanhotos.
Ah, caso consiga converter alguém, compartilhe com a gente.

A personalidade da MAMMA MIA.
Para acompanhar essa bela degustação e como forma de homenagear a marca brasileira, vamos com um filme nacional:
Minha mãe é uma peça, interpretado pelo ator Paulo Gustavo!

E foi assim que demos vida ao nosso segundo personagem!

Um abraço e até o próximo copo.

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